11-98110-2764 falar com Fabio Adib

Mostrando postagens com marcador Atualizado às 4ºfeiras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Atualizado às 4ºfeiras. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de janeiro de 2011

Governo britânico oferecerá adesivo de nicotina aos fumantes de graça


29-img-04.jpg
 O governo britânico oferecerá adesivos de nicotina de graça durante uma semana aos fumantes que queiram deixar o hábito de fumar em 2011.

A partir de 1º de janeiro, como parte da campanha "Stop Smoking Quit Kit", do Serviço britânico de Saúde Pública (NHS, na sigla em inglês), muitas farmácias oferecerão aos fumantes que desejem utilizar os emplastros para abandonar o tabaco por uma semana de graça.

Em declarações à rede pública britânica "BBC", o ministro da Saúde, Andrew Lansley, assinalou que espera que após essa primeira semana os fumantes decidam completar todo o programa.

"Confiamos que a partir do sábado, e trabalhando com nossos colegas nas farmácias de todo o país, mais de 400 mil pessoas tentem deixar de fumar utilizando os 'Quit Kits' do Ministério da Saúde", afirmou.

O Ministério da Saúde encomendou 300 mil pacotes com emplastos de nicotina e terá a possibilidade de adquirir outros 105 mil extras em caso de a demanda aumentar.
Lansley considerou que esse método para deixar o tabaco era "duas vezes mais eficaz que outros mecanismos para ajudar as pessoas a deixar de fumar".

O ministro acrescentou que o governo incentiva os cidadãos a abandonar essa prática por constituir "a maior causa evitável de morte adiantada deste país".

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Proteína

Proteína recupera memória e reverte consequências do Alzheimer

15-img-02.jpg
Estudo americano aponta novos caminhos no tratamento da doença

Um grupo de pesquisadores do Centro em Ciência da Saúde da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, conseguiu restaurar a memória e a capacidade de aprendizagem em um modelo animal da doença de Alzheimer.

No estudo, a recuperação foi verificada em camundongos que tiveram aumentada a quantidade de uma proteína chamada CBP, que estimula a produção de outras proteínas essenciais para a formação de memórias. Segundo os autores, trata-se da primeira demonstração de que a CBP é capaz de reverter consequências da doença hoje incurável. As informações são da Agência Fapesp.

De acordo com os cientistas, o estudo aponta para um novo caminho para o desenvolvimento de terapias para Alzheimer, que afeta mais de 25 milhões de pessoas no mundo e que pode levar à demência.

Em pacientes com a doença, o acúmulo da proteína beta-amiloide bloqueia a formação de memória ao destruir as sinapses, regiões em que os neurônios compartilham informações. Outra proteína, a tau, forma emanharados neurofibrilares que se depositam no interior dos neurônios.

Aumentar a quantidade de CBP não altera a fisiologia da beta-amiloide ou da tau, mas atua em um mecanismo de recuperação diferente, ao restaurar a atividade da proteína CREB e elevar os níveis de outra proteína, chamada BDNF, segundo Salvatore Oddo, um dos autores do estudo.

- A CBP pode funcionar como um efeito dominó entre as proteínas que transportam sinais das sinapses aos núcleos dos neurônios. Levar informação aos núcleos é necessário para a formação de memórias de longo prazo.

O grupo de pesquisadores produziu geneticamente um vírus capaz de levar a CBP ao hipocampo, região no cérebro fundamental para a consolidação de memórias e para a aprendizagem.

Aos seis meses de idade, quando a entrega da CBP foi realizada, os camundongos modificados geneticamente estavam com perdas cognitivas semelhantes às verificadas no Alzheimer.

Os animais foram avaliados em um labirinto, onde tinham que lembrar a localização de uma plataforma de saída. Camundongos tratados com CBP foram comparados com outros que receberam apenas placebo e com um terceiro grupo, de animais normais.

A eficiência em escapar do labirinto foi usada como sinal de formação de memória e de aprendizagem. No modelo com Alzheimer, o rendimento do grupo com CPB foi idêntico ao observado nos animais normais, sem a doença, e muito superior ao grupo que recebeu placebo.

Fonte: R7

Livro-Tratamento do usuário do crack



Pré- Lançamento do Livro: "O Tratamento do Usuário do Crack"

06-img-04.jpg
A Criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em 1951, representa o início do apoio institucional à ciência e à tecnologia o Brasil. Graças a esse apoio, para o qual contribuíram várias agências de fomento federais e estaduais, o país venceu desafios importantes, como o da prospecção de petróleo em águas profundas e o da produtividade na agricultura tropical, conquistando merecido reconhecimento internacional e trazendo benefícios econômicos à sua população.

A formação de Alto nível foi crucial para essas e outras conquistas. E formação de qualidade só é possível para quem tem acesso à educação e saúde. Em particular, saúde mental é indispensável e sua preservação deve utilizar todo o arsenal científico-tecnológico disponível, bem como buscar novos conhecimentos e técnicas de tratamento.

Esse é o espírito da obra organizada por Marcelo Ribeiro e Ronaldo Laranjeira, que aborda uma amaça globalà saúde, ao bem-estar e ao futuro, especialmente doa jovens: a dependência química do crack. E o faz em vários de seus aspectos, como neurociência e clínica, diagnóstico e avaliação, tratamento e reabilitação. Trata-se de uma importante contribuição à sociedade, sobretudo para orientar a busca por políticas públicas consistentes e efetivas.

O enorme esforço materializado no livro representa parte das atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (INPAD), um dos 122 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) coordenado pelo CNPq, em articulação com o Ministério da Ciência e Tecnologia e vários outros Ministérios e agências federais e estaduais. Tal programa visa o avanço do conhecimento, à transferência de tecnologias e à sua difusão para a sociedade.

O Tratamento do Usuário de Crack certamente será a obra de referência no assunto. É um exemplo claro de contribuição da ciência, da tecnologia e da inovação para buscar soluções para problemas atuais de impacto gobal. É com grande esperança que apresento e recomendo este livro. Aproveito para agradecer a todos os que colaboraram para sua realização. Estou certo de que a sociedade brasileira saberá reconhecer o valor dessa contribuição para o presente e o futuro de nosso país.

Fonte: veja.com.br

Substâncias aromatizantes que dão sabor a cigarro estão com os dias contados




Anvisa quer proibir substâncias aromatizantes e que dão sabor a cigarros

29-img-02.jpg
Anvisa quer probir aromatizantes em cigarros. De acordo com a Agência Nacional, o aditivo torna o cigarro mais atrativo para adolescentes.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) abriu consulta pública sobre proibir a adição de substâncias que dão sabor, como mentolado, a cigarros e outros produtos derivados do tabaco. A consulta pública vai até 31 de março de 2011.

A Anvisa alega que os aditivos tornam o cigarro mais atrativo para adolescentes e jovens, pois mascaram o sabor amargo e forte, naturais do tabaco. Os Estados Unidos e o Canadá já proíbem a venda de cigarros aromatizados.

Os aromatizantes e flavorizantes (adicionam aroma) e os ameliorantes (melhoram o odor da fumaça) são alguns dos aditivos que a Anvisa quer proibir. A proposta prevê a aplicação da medida a qualquer produto que tenha na composição tabaco para ser fumado, inalado ou mascado.

De acordo com a proposta, as empresas terão um ano para se adequar. Se descumprirem, os produtos serão retirados do mercado.

O Brasil é um dos signatários da Convenção Quadro para Controle do Tabaco. Em reunião este mês, no Uruguai, representantes do Brasil e de mais 171 países membros da convenção recomendaram a proibição do uso de aromatizantes no tabaco.

Fonte: band.com.br

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Uma luz no fim do túnel aos paraplégicos

Paraplégicos podem andar novamente usando “calças-robóticas”

Batizado de ReWalk, aparelho ajuda pessoas paralizadas a andar e até subir escadas
Paciente faz testes com o ReWalk
Paciente faz testes com o ReWalk
Pessoas que sofrem de paralisia da cintura para baixo podem ter ganhado uma esperança de andar novamente graças a um par de “calças-robóticas” inventadas pelo israelense Amit Goffer. O próprio criador sofre de paralisia causada por um acidente de carro em 1997. O acidente o inspirou a criar um aparelho que o libertasse da cadeira de rodas.
Batizadas de ReWalk, as calças usam sensores e motores para permitir que paraplégicos possam andar e até subir escadas. Usadas por cima das roupas, as calças são equipadas com juntas motorizadas ativadas pelos sensores, que respondem a movimentos súbitos da parte superior do corpo o ajuste da estabilidade é feito com ajuda de muletas.
Goffer fundou a empresa Argo Medical Techonologis para comercializar o aparelho que estará disponívei a partir de janeiro de 2011 em centros de reabilitação ao redor do mundo, depois de vários anos de testes em clínicas de Israel e dos EUA. O custo das calças-robóticas é alto: US$ 100 mil por unidade.
Apesar de criador da tecnologia, Goffer não poderá fazer uso dela, pelo menos não dessa versão. O acidente que sofreu o deixou paralisado do pescoço para baixo e o aparelho depende de movimentos das mãos e dos ombros para ser operado. Goffer, no entanto, já está trabalhando em uma versão para tetraplégicos.
No site do jornal The Daily Mail é possível ver um vídeo do ReWalk em ação

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Fumo passivo mata 600 mil por ano

 O fumo passivo mata mais de 600 mil pessoas por ano, segundo um estudo com informações de 192 países colhidas em 2004. Segundo os dados, 40% das crianças e mais de 30% dos adultos não fumantes estão expostos ao cigarro regularmente.

A pesquisa estima que o fumo passivo mate 379 mil pessoas por doenças cardíacas, 165 mil por doenças respiratórias, 36,9 mil por asma e 21,4 mil por câncer de pulmão, a cada ano. Isso totaliza 1% das mortes do mundo todo. O estudo será publicado sexta-feira no jornal "Lancet". "Isso ajuda a entender o dano do tabaco", afirmou Armando Peruga, gerente do programa antitabaco da Organização Mundial da Saúde, que liderou o estudo. Ele destacou que as 600 mil mortes por fumo passivo devem ser somadas aos 5,1 milhões de mortes de fumantes ao ano.

Peruga afirmou que a OMS está preocupada com as 165 mil crianças que morrem por infecções respiratórias causadas pelo cigarro a cada ano, a maioria no sudeste asiático e na África. "A mistura de doenças infecciosas com o fumo passivo é mortal." Filhos de fumantes têm maior risco de morte súbita, infecções de ouvido, pneumonia, bronquite e asma.

A pesquisa mostrou que o número mais alto de pessoas expostas à fumaça está na Europa e na Ásia.

O fumo passivo tem o maior impacto nas mulheres, causando 281 mil mortes no ano. Em muitas partes do mundo, elas têm um risco 50% maior de estarem expostas à fumaça, em comparação com os homens.

Em países ocidentais, já existem leis que restringem o fumo em locais públicos e os especialistas afirmam que é difícil criar novas restrições. "Não acredito que vamos ter regras que atinjam as casas das pessoas", afirmou Heather Wipfli, da University of Southern California.

No Reino Unido, a Fundação Britânica do Pulmão está pedindo que o governo proíba o fumo dentro dos carros. A diretora da fundação, Helena Shovelton, acredita que os pais subestimam o perigo do fumo para seus filhos. "Eles não fariam algo perigoso como deixar as crianças no meio da rua, mas fumar na frente delas é aceitável."

Fonte: Folha de São Paulo

Cigarro menos atraente

Reino Unido estuda padronizar embalagens para tornar cigarro menos atraente

  As empresas de tabaco podem ser forçadas a vender cigarros em embalagens da cor cinza ou marrom para tentar dissuadir os jovens de fumar no Reino Unido. A informação foi publicada no site do jornal britânico "The Independent", nesta segunda-feira (22).

Ministros britânicos estão considerando mudar todas as embalagens das marcas para uma cor padrão, assim os pacotes brilhantes não vão atrair jovens fumantes em potencial. Um porta-voz do Departamento de Saúde disse que os pacotes coloridos eram amplamente aceitos como a última forma de marketing à disposição das empresas de tabaco para recrutar novos fumantes.

Os pacotes simples mostrariam apenas as informações básicas de saúde e imagens de advertência.

Segundo o secretário de saúde Andrew Lansley, "temos de tentar novas abordagens e tomar decisões que beneficiem a população. A evidência que a embalagem ajuda a recrutar fumadores é clara, por isso faz sentido considerar ter embalagens menos atrativas".

Em 2007, mais de 80.000 mortes e 1,4 milhão de internações foram atribuídas ao tabagismo no país. O hábito custa cerca de 2,7 bilhões de libras por ano ao sistema público de saúde britânico.

Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Crack

Os desafios para o tratamento do usuário de crack

17-img-01.jpg
É fácil tornar-se um dependente químico, mas é difícil fazer o caminho inverso, especialmente quando se depende do Sistema Único de Saúde

Especialistas que conhecem a fundo os efeitos do crack no organismo dizem que não basta uma tragada para que o usuário fique viciado, mas tornar-se um dependente químico é um processo rápido. Fazer o caminho contrário, contudo, é difícil. Estima-se que a taxa de sucesso dos tratamentos de desintoxicação gira em torno de 25% a 30%.

Ana Cecília Marques, coordenadora do departamento de dependência química da Associação Brasileira de Psiquiatria, explica que o tratamento anticrack é dividido em três fases: desintoxicação, diagnóstico dos fatores que levaram o indivíduo à dependência e controle dessa mesma dependência, que pode incluir uso de medicação. "Na última fase, o usuário precisa fazer essa manutenção, porque a dependência é uma doença crônica", diz. "Ele não vai ter alta: precisa fazer retornos periódicos. Além disso, é necessário avaliar seu processo de reinserção na sociedade."

O caminho para livrar-se da droga pode ser mais tortuoso se depender do Sistema Único de Saúde (SUS). "Infelizmente, no Brasil, não temos um tratamento público para a maior parte dos dependentes químicos", diz Ana Cecilia. Atualmente, para atender esses doentes, o governo federal mantém 8.800 vagas em hospitais psiquiátricos, 243 centros de atenção psicossocial álcool e drogas (Caps-AD), Núcleo de Saúde da Família e 35 Consultórios de Rua. É pouco se considerada a estimativa do Ministério da Saúde de 600.000 usuários somente de crack no país. A rede de saúde mental faz parte do SUS, que tem ações do âmbito federal, estados e municípios - é sempre este que responde pelo atendimento.

Em maio, o governo prometeu, por meio do Plano Integrado para Enfrentamento do Crack e outras drogas, repassar 140 milhões de reais aos municípios brasileiros para o tratamento dos dependentes. No pacote, está o financiamento de 6.120 leitos, que englobam vagas em hospitais gerais, nas comunidades terapêuticas (iniciativas do terceiro setor e de entidades religiosas), nos Caps AD 24 horas e em casas de acolhimento transitório. Os editais para tornar concretas as promessas foram publicados somente no fim de outubro. Ou seja, nada disso está de pé até o momento. Outra promessa: elevar, até o fim deste ano, de 35 para 70 o número de Consultórios de Rua, que levam equipes multiprofissionais até os locais onde estão os usuários. Outro objetivo do projeto é capacitar profissionais de saúde e de assistência social na prevenção e tratamento de usuários de crack e demais drogas - um ponto nevrálgico da questão, segundo Ronaldo Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp): "Capacitar essas equipes é um desafio", diz.

Promessas ambiciosas à parte, os especialistas criticam a qualidade do atual serviço de tratamento nos Caps: faltam médicos especializados, leitos e acompanhamento da evolução dos pacientes. No total, são 1.671 Caps no país, sendo 243 especializados em álcool e drogas. Um estudo publicado neste ano pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) revelou falhas importantes no funcionamento de todos as unidades: de 85 Caps avaliados, 69,4% apresentaram carência de profissionais e em dez deles, dedicados a álcool e drogas, havia um único psiquiatra disponível.

Simultaneamente às ações anunciadas pelo governo, a Secretaria Nacional Antidrogas realiza treze estudos clínicos, com um total de 1.200 pacientes, em parceria com seis universidades brasileiras. O objetivo é acompanhar os pacientes durante a jornada de busca por tratamento, reinserção social e diagnóstico de doenças mentais. "Esses estudos vão nos dar as direções em relação às melhores formas de abordar os pacientes", explica Paulina Duarte, secretária adjunta da Senad e responsável técnica pelo estudo.

As autoridades de saúde terão de responder à urgência do tema e também à demanda crescente por tratamentos. Segundo dados preliminares de um levantamento realizado pelo grupo de pesquisa de Ana Cecília, cresce a procura de usuários de crack por terapias de desintoxicação. A pesquisa acompanha anualmente um grupo de dependentes químicos: há dois anos, o percentual dos viciados em crack que procuravam a ajuda era de 30%; este ano, essa parcela saltou para 70.

Fonte: uniad.org.br

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Estudo diz que maconha masculaniza fêmea

Componentes da maconha tornam fêmeas de ratos mais masculinizadas

10-img-02.jpg
Ratas recém-nascidas que receberam substâncias semelhantes às encontradas na planta Cannabis, usada no cigarro de maconha, se tornaram mais masculinizadas.

Essa é a conclusão do estudo feito pelo grupo da Universidade de Maryland (USA), coordenada por Margaret McCarthy.

O experimento utilizou a injeção de componentes similares às da Cannabis em ratas e observação da divisão celular na amídala cerebral --ligada aos aspectos social e emocional.

Sem tratamento, as fêmeas geralmente apresentam uma taxa de proliferação celular na amídala que supera entre 30% e 50% a masculina.

Mas em contato com as substâncias da Cannabis, a proliferação de células se equiparou às dos machos. Além disso, o comportamento também passou a ser mais semelhante ao sexo oposto.

O pesquisador Javier Fernández Ruiz, que não participou do estudo, salientou que a pesquisa é bem convincente, mas descreve um processo fisiológico exclusivo aos ratos.

Segundo ele, não se pode concluir os mesmos resultados sobre os efeitos (da Cannabis) tradicional em bebês humanos.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Atibióticos

Uma semana de antibiótico pode enfraquecer as defesas do corpo por até dois anos

 Tomar antibiótico por uma semana pode prejudicar as defesas do organismo por até dois anos, segundo estudo feito pelo Instituto Sueco para Controle de Doenças Infecciosas e publicado na revista "Microbiology".

Flora intestinal é o nome dado às bactérias que vivem na parede do intestino. Lá existem centenas de espécies de micro-organismos, protetores ou nocivos à saúde, que convivem em equilíbrio.

As bactérias "boas" têm funções metabólicas, como ajudar no funcionamento do intestino, na absorção de gordura e vitamina B12 e na produção de ácido fólico.

"A função mais importante é controlar bactérias desfavoráveis. Sem elas, nós viveríamos constantemente com infecções", diz Ricardo Barbuti, médico endocrinologista da Federação Brasileira de Gastroenterologia.

Segundo o especialista, há muito se sabe que os antibióticos têm efeito na flora intestinal. O que o estudo recém-publicado mostra é que essas alterações duram muito mais tempo do que se pensava.

"Além de causar um desequilíbrio passageiro, o remédio também seleciona bactérias resistentes. Agora sabemos que essa resistência pode durar mais tempo", explica André Zonetti de Arruda Leite, médico endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo.


09-img-04.jpg
CONSEQUÊNCIAS

Diarreias, disfunção intestinal e inflamações (colites) são as consequências mais comuns do desequilíbrio da flora intestinal. Tanto faz se o uso do antibiótico é feito de forma correta ou incorreta -por mais ou menos tempo do que o necessário.

"O medicamento deve ser usado só quando o benefício compensa o risco e não há outra alternativa", diz Barbuti. Gripes, resfriados ou dores de cabeça não devem ser tratados com antibiótico.

Fonte: Folha de São Paulo
 

  • © Copyright 2009 - READ Psiquiatria - Todos os direitos reservados
    E-mail: read@readpsiquiatria.com.br
    Telefones: 11 3801-1521 / 11 9122-4320 / 9453-0508
    Fax: 11 3864-8938 - Nextel: ID 15*24229 - Número nextel: 7850-2650
    Rua: Barão do Bananal, 507 - Pompeia - São Paulo SP - CEP: 05024-000